MQB para modelos compactos da Volkswagen

A Estratégia Modular MQB vai revolucionar o segmento de compactos premium no mercado brasileiro. Como fabricante global de automóveis, a Volkswagen trabalha para tornar seus carros e processos de produção mais econômicos e eficientes.

  • Estratégia Modular MQB representa economia e eficiência aliadas a prazer ao dirigir, conforto e segurança
  • Sistemas de assistência e infotainment disponíveis em modelos de categoria superior serão oferecidos
  • Active Info Display permite, por exemplo, visualizar o mapa de navegação no quadro de instrumentos
  • Volkswagen investe na oferta de motores TSI, que reúnem o que há de melhor em performance e eficiência energética
  • Motor TSI Total Flex desenvolve torque de 200 Nm (20,4 kgfm) a 1.500 rpm e potência de 128 cv (94 kW)
  • Inédita sigla ‘200 TSI’ reforça o maior torque do segmento, que garante alto desempenho e prazer ao dirigir
  • Nova transmissão automática de seis marchas oferece excelente conforto, desempenho e baixo consumo
  • Controle de estabilidade (ESC), freio a disco nas quatro rodas, Detector de Fadiga e Sistema de Frenagem Pós-Colisão são exclusividades no segmento

No Brasil, a Volkswagen está implementando agora a Estratégia Modular MQB na Fábrica Anchieta, em São Bernardo do Campo (SP), para modelos compactos. Essa base vai dar origem inicialmente a quatro modelos completamente novos, que serão comercializados no mercado latino-americano nos próximos anos. Entre eles, o Novo Polo e o Virtus, um sedã desenvolvido com foco no mercado latino-americano e que será também produzido na Fábrica Anchieta.

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“Os veículos baseados na Estratégia Modular MQB proporcionam o que há de mais moderno em termos de design, inovação, alta performance e segurança”, afirma Dr. Markus Kleimann, vice-presidente de Desenvolvimento do Produto da Volkswagen do Brasil. “O Novo Polo está sendo desenvolvido pela Engenharia do Brasil e da Alemanha e vai elevar o patamar no segmento de compactos premium, oferecendo recursos tecnológicos oferecidos em modelos de segmentos superiores, como Golf e Passat”, conclui Dr. Kleimann.

Nova sigla ‘200 TSI’ – o maior torque da categoria

O Novo Polo vai inaugurar uma nova estratégia da Volkswagen –a sigla ‘200 TSI’ (referente a 200 Nm de torque, gerados pelo motor TSI, com tecnologia de turbocompressor e injeção direta de combustível). Essa nova nomenclatura será aplicada na tampa traseira do Novo Polo com motor TSI, reforçando o maior torque do segmento de compactos premium, e em baixas rotações.

O torque é o grande responsável pela sensação de performance, deslocamento, quando o corpo “cola” no banco nas retomadas de velocidade. Isso garante esportividade, prazer ao dirigir e segurança para realizar ultrapassagens seguras e superar subidas íngremes com facilidade. É aquela sensação de que o carro tem força!

Sistema de Frenagem Automática Pós-Colisão. Entre os recursos proporcionados pela Estratégia Modular MQB está o Sistema de Frenagem Automática Pós-Colisão, que aciona automaticamente os freios do veículo quando ele se envolve em uma batida, para reduzir a energia cinética residual. O acionamento do sistema de frenagem pós-colisão se baseia na detecção da colisão inicial pelos sensores dos airbags.

O sistema aciona os freios até que o veículo atinja a velocidade de 10 km/h. A velocidade residual do carro pode ser usada para conduzi-lo a um local seguro. O motorista pode se intervir a qualquer momento – se os sensores perceberem que o motorista está acelerando, por exemplo, o sistema é desligado. O recurso automático também é desativado se o motorista começar a frear fortemente, a um grau de desaceleração mais elevado.

Assistência e infotainment

Sistemas de assistência e infotainment anteriormente disponíveis apenas em veículos de classes superiores agora serão instalados nos modelos produzidos sobre a Estratégia Modular MQB. O objetivo é ir além da melhoraria em economia e a eficiência – mas também para proporcionar uma condução agradável, com mais conforto e oferecer novos sistemas de segurança.

Com a Estratégia Modular MQB, vários sistemas de assistência e infotainment passarão a ser oferecidos, como o Sistema de Frenagem Automática Pós-Colisão, painel totalmente digital – o Novo Polo é o primeiro Volkswagen a trazer a segunda geração do Active Info Display –, sistema Discover Media com tela sensível ao toque de 8 polegadas e aparência de smartphone, além de duas entradas USB com capacidade de 2 ampères, entre outros itens.

Active Info Display –exclusividade no segmento

Todos os instrumentos são implementados virtualmente via software. Somente as luzes/ícones na borda inferior do mostrador são implementados em hardware.
Informações de navegação podem ser mostradas em 2D ou 3D, em uma tela de 10,25 polegadas, do tamanho de um tablet. Sua resolução de 1.440 x 540 pixels permite gráficos extremamente precisos e de alta qualidade. Por exemplo, o modo de navegação: nesse caso, o velocímetro e conta-giros são deslocados para os lados, a fim de criar mais espaço para o mapa.

As informações sobre as funções de condução, de navegação e de assistência podem ser integradas em áreas gráficas do velocímetro e conta-giros, conforme necessário. Dados que são exibidos no console central pelo sistema de infotainment, como contatos de telefone ou capas de CD, também podem ser exibidas no Painel Digital Programável.

Discover Media

O sistema Discover Media permite conectividade avançada com os smartphones por meio do App-Connect. Também oferece ampla interatividade, com várias opções de informação e entretenimento, além de visual moderno e tecnológico. Traz também os recursos de comando de voz e navegação integrados, que se destacam pela facilidade de uso e interatividade com o painel de instrumentos, possibilitando uma condução mais segura e confortável. Fotos, vídeos e músicas em diversos formatos são alguns exemplos de mídias que podem ser “lidas”.

Independentemente do sistema de Infotainment, praticamente todos os comandos podem ser executados pelos botões no volante multifuncional, ou por comandos de voz. É possível selecionar as mídias (CD, SD-Card, Bluetooth, entradas auxiliar e USB), operar o telefone e o sistema de navegação apenas utilizando a voz.

Entre os recursos de segurança também está o detector de fadiga, que analisa a forma como o motorista dirige e compara com os 15 primeiros minutos de direção. Caso detecte um desvio no comportamento ao volante, o equipamento emite um alerta, sugerindo uma parada para descansar e tomar um café.

Estratégia MQB – Produção

Entre os principais objetivos da implementação da Estratégia Modular MQB está a padronização do processo de manufatura nas fábricas do Grupo Volkswagen, estabelecendo, por exemplo, a mesma sequência de montagem e proporcionando como grande vantagem a redução do tempo de produção dos veículos.

A Estratégia Modular MQB permite ainda a padronização de peças e diversos componentes dos veículos produzidos sob esse conceito. Assim, ela torna possível a democratização de inovações, com o intercâmbio de tecnologias.

O conceito MQB também permite compartilhar a base estrutural para o desenvolvimento de veículos de diferentes segmentos, gerando sinergia para todas as classes de automóveis.
A combinação de dimensões padronizadas e variáveis, outro benefício da MQB, reduz significativamente a complexidade da produção de um veículo, gerando melhora substancial no processo produtivo e economia de escala.

Conceito MQB – Veículo

A Estratégia Modular MQB tem como base quatro principais módulos padronizados: 1) Elétrica/eletrônica; 2) Powertrain; 3) Chassi e 4) Carroceria, Ar-condicionado, banco e airbags.

Na prática, as vantagens proporcionadas pela Estratégia Modular MQB são grandes e inclusive contribuem para que se atinjam as metas de redução de CO2.

Os efeitos positivos da Estratégia Modular MQB nas proporções do carro e em seu design são enormes, permitindo que se obtenha a chamada “atitude” (postura do carro) mais larga e baixa, com design de linhas de caráter mais nítidas e fortes.

A Estratégia Modular MQB é dividida em cinco principais seções, considerando que o um dos mais importantes para a implementação do conceito de componentes modulares são as suas dimensões de engenharia uniformes – como, por exemplo, a distância entre os pedais do veículo (acelerador, freio) e o centro da roda dianteira. Mas é igualmente importante oferecer parâmetros variáveis. Entre eles, a distância entre-eixos, as bitolas e os tamanhos das rodas, de forma a permitir que diferentes arquiteturas de veículos possam ser implementadas a partir de um conjunto de componentes.

  • Arquitetura Flexível
  • Dividido em 5 principais seções
  • Dimensão entre pedaleira e centro da roda dianteira padronizada
  • Balanço dianteiro e traseiros variáveis
  • Instalação do motor padronizada
  • Distância entre-eixos e posição dos bancos é variável em cada modelo de veículo

A relação entre o motor e o eixo dianteiro – e entre o eixo dianteiro e a chamada parede de fogo – é padronizada em todo o conjunto de componentes. Os balanços dianteiro e traseiro (distância entre a extremidade do veículo e o centro da roda) e a distância entre o “eixo” do banco traseiro e o centro da roda de trás são todos variáveis. Com isso, distâncias entre-eixos, desenhos de suspensão traseira, cabines e porta-malas podem variar de tamanho.

Os veículos tendem a se tornar mais pesados por causa da adoção de sistemas de assistência, conforto e outros avanços tecnológicos. A Estratégia Modular MQB inverte esta tendência: quase todas as peças são otimizadas em sua construção, ou feitas de diferentes composições de materiais, e, portanto, são significativamente mais leves.

Os veículos produzidos na Estratégia Modular MQB apresentam grandes reduções de peso – sem comprometer a segurança ou o conforto de condução. Powertrain perde peso graças ao uso de alumínio. Os componentes do sistema elétrico do veículo também pesam menos. A seleção de material inteligente e a construção melhorada colaboram para economizar peso na área do chassi.

Motor e transmissão na estratégia MQB

Na Estratégia Modular Transversal todos os motores são instalados em posição padronizada, com o coletor de escape montado para trás (próximo do painel corta-fogo). Dessa forma, o modelo está preparado para utilizar as diversas motorizações disponíveis no Grupo Volkswagen.

A nova posição de montagem para motores torna mais fácil a padronização de algumas peças, como linhas de escapamento e árvores de transmissão. A posição uniforme também reduz drasticamente o número de combinações de motor e transmissão que deveriam ser desenvolvidas individualmente para cada aplicação.

Motor TSI de 128 cv e 200 Nm – o maior torque da categoria

A modularidade é também a palavra que define os motores da família EA211 que equipam os modelos da Estratégia Modular MQB.

Com três cilindros e 999 cm³ de cilindrada, o motor TSI que equipará o Novo Polo é Total Flex, capaz de rodar com gasolina, etanol ou a mistura dos dois combustíveis em qualquer proporção. Com etanol, sua potência máxima é de 128 cv, com torque máximo de 200 Nm (20,4 kgfm), com gasolina ou etanol.

‘200 TSI’ – Entenda os benefícios do alto torque

O Novo Polo vai inaugurar uma nova estratégia da Volkswagen – a sigla ‘200 TSI’ (referente a 200 Nm de torque, gerados pelo motor TSI, com tecnologia de turbocompressor e injeção direta de combustível). Essa nova nomenclatura será aplicada na tampa traseira do Novo Polo com motor TSI, reforçando o maior torque do segmento de compactos premium, e em baixas rotações.

O torque é o grande responsável pela sensação de performance, deslocamento, quando o corpo “cola” no banco nas retomadas de velocidade. Isso garante esportividade, prazer ao dirigir e segurança para realizar ultrapassagens seguras e superar subidas íngremes com facilidade. É aquela sensação de que o carro tem força!

O torque pode ser medido em Newton metro (Nm) ou quilogramas força metro (kgfm). Ambas as unidades equivalem à medida da força (1 N) na extremidade de uma alavanca com um metro de comprimento. No caso do motor TSI do Novo Polo, o torque equivale a 200 Nm ou 20,4 kgfm.

O motor TSI fornece o torque máximo de 200 Nm a partir de 1.500 rpm. Isto garante melhor aceleração com menos trocas de marchas e ajuda a economizar combustível.

Injeção direta: fundamento do motor TSI. A tecnologia TSI está baseada na injeção direta de combustível. Por meio desse sistema, o combustível é injetado sob alta pressão diretamente na câmara de combustão – no motor TSI Total Flex, a pressão é bastante elevada: até 250 bar.

Em comparação com o sistema de injeção convencional, realizado no coletor de admissão, a injeção direta possui as vantagens de ser mais precisa e de não depender dos tempos de abertura das válvulas, injetando a quantidade adequada de combustível em todas as condições de uso. A injeção por alta pressão permite maior pulverização do combustível, o que melhora a combustão e colabora para menor consumo.

A geometria dos dutos de admissão e da câmara de combustão auxilia a ótima formação da mistura do combustível ao ar (admitido pelo coletor de admissão), que entra no cilindro rapidamente e formando o chamado movimento de “tumble” (cambalhota), e auxilia na rápida combustão, que por sua vez aumenta a eficiência térmica do motor.

Os altamente avançados injetores de 5 orifícios, que recebem o combustível por meio de uma galeria feita de aço inoxidável, realizam múltiplas injeções em cada cilindro a cada ciclo.

Coletor de escape integrado ao cabeçote. O gerenciamento térmico do motor foi calculado nos mínimos detalhes durante o desenvolvimento. O coletor de escapamento do TSI Total Flex é integrado ao cabeçote, formando uma peça única, e tem seu próprio circuito de arrefecimento líquido. Isso permite fazer o melhor uso possível de energia dos gases de escape durante a fase de aquecimento – o líquido de arrefecimento atinge a temperatura ideal de funcionamento mais rapidamente durante a fase fria do motor, porque recebe o calor dos gases de escape.

Por outro lado, em alto regime de utilização, ocorre um controle preciso da temperatura dos gases de escape na entrada do conversor catalítico (catalisador), permitindo que se opere mais tempo com a mistura ar-combustível estequiométrica (ideal, com lambda igual a 1).
O conversor catalítico (catalisador), instalado logo na saída do coletor de escape, atinge rapidamente sua temperatura adequada de operação. A chamada fase fria do motor dura menos e são reduzidas as emissões nesse estágio de funcionamento.

Leve e robusto. Graças à utilização de bloco ultra-rígido feito de alumínio leve fundido sob pressão (peso: 13,5 kg) e sua construção compacta com três cilindros em vez de quatro, o motor TSI Total Flex é cerca de 10 kg mais leve do que os equivalentes de quatro cilindros.
Conjunto de árvore de manivelas (virabrequim) nacional de baixa massa e pouco atrito. O conjunto do virabrequim – a própria árvore de manivelas, além dos pistões e das bielas – distingue-se pela baixa massa em movimento e pelo baixo atrito. O virabrequim é forjado, uma característica construtiva encontrada apenas em motores altamente sofisticados e que coloca o motor TSI Total Flex entre os mais modernos e robustos do mundo.

Duplo comando de válvulas variável na admissão e no escape. Com quatro válvulas por cilindro, sendo duas para admissão e duas para escape, o motor TSI é equipado com duplo comando de válvulas com variação de fase para admissão e escape.

As válvulas de escape possuem hastes com inserto de sódio, para seu resfriamento. São acionadas por balancins roletados (RSH, sigla para o termo alemão rollenschlepphebel), recurso que minimiza o atrito entre os componentes e aprimora sua eficiência.

A tampa do cabeçote possui projeto específico para a utilização de injeção direta e é construída de forma inovadora, em um processo que integra os eixos de comando (admissão e escape) e os cames de acionamento das válvulas permanentemente. Esse design permite a redução do diâmetro dos mancais dos eixos e, consequentemente, de atrito.

A variação das válvulas é contínua; o comando de admissão permite variação máxima de até 50 graus em relação ao ângulo do virabrequim; o comando de escape permite até 40 graus de variação. Com esses recursos, o motor três-cilindros consegue alcançar seu pleno torque já a partir de baixas rotações, entregando alta potência em altas rotações.

Arrefecimento e aquecimento perfeitos. O motor TSI Total Flex possui duplo circuito de arrefecimento, que permite temperaturas diferentes para o bloco e para o cabeçote – o sistema utiliza duas válvulas termostáticas. O motor “básico” é arrefecido por um circuito de alta temperatura por meio de uma bomba d’água acionada mecanicamente. Com esse recurso, é possível utilizar maior temperatura de funcionamento para o bloco, tornando o óleo mais fluido e garantindo menor atrito entre os componentes.

A temperatura de arrefecimento do cabeçote, por sua vez, é menor, o que minimiza a possibilidade de detonação, melhorando o desempenho do veículo e diminuindo o consumo de combustível.

Um circuito de baixa temperatura, alimentado por uma bomba elétrica, circula líquido de arrefecimento para o resfriador (intercooler) e a carcaça da turbina, conforme necessário.
Correia dentada para o acionamento das válvulas e polias triovais. Graças ao seu desenho, o atrito interno no motor TSI Total Flex é bastante baixo. Esse motor também se beneficia dessa característica da família EA211 e as medidas implementadas para reduzir o atrito interno. Isso se refere não só para o conjunto do virabrequim, mas também para o controle das válvulas e unidades auxiliares.

As polias de acionamento dos eixos de comando de válvulas de admissão e de escape têm desenho trioval, o que permite estabilização da força na correia dentada e de sua flutuação angular. Esse recurso, além de minimizar atrito e vibração, aumenta a durabilidade do sistema.

As duas árvores de comando de válvulas são acionadas pelo virabrequim por meio de uma correia dentada. Graças à sua especificação de material de alta qualidade, a durabilidade da correia dentada atende aos mais rigorosos padrões de qualidade do Grupo Volkswagen. Com tudo isso, as forças da correia dentada diminuem o atrito, reduzindo também a economia de combustível e aumentando a durabilidade do motor.

Partida a frio em alta pressão. Além da alta eficiência energética e do grande prazer ao dirigir proporcionados pela tecnologia TSI, outro benefício é a dispensa de utilização de sistema de partida a frio. A combinação das características da tecnologia faz com que o motor parta com robustez e eficiência, mesmo em condições de baixa temperatura.

A segunda etapa é realizada na partida do motor. Para aumentar a pressão na bomba de alta pressão, o motor é “girado” algumas vezes. Quando é comprimido, o ar aumenta de temperatura, o que também favorece a evaporação do combustível e a combustão.

Na primeira etapa, o próprio sistema de injeção em alta pressão faz uma parte do trabalho, ao pulverizar o combustível em gotículas, em um jato ultraveloz, gerando uma nuvem de vapor de combustível dentro da câmara. Quanto menores as gotículas de combustível, mais fácil é a queima e a partida do motor.

Nova transmissão de seis marchas – Conforto, desempenho e baixo consumo de combustível

A nova transmissão automática de seis marchas AQ250-6F Tiptronic é projetada para carros com motores transversais e possui engrenagens planetárias, com acoplamento por conversor de torque.

Caracterizado pela suavidade nas arrancadas e trocas rápidas de velocidades, o câmbio AQ250-6F conta com bloqueio do conversor de torque em diversas condições de uso, o que evita o deslizamento interno do componente, reduzindo o consumo de combustível.

A transmissão oferece a opção de trocas manuais sequenciais Tiptronic, operada por meio da alavanca de câmbio ou pelas aletas (paddle shifts) no volante. O motorista também conta com o modo de acionamento esportivo (posição “S”), que altera os momentos das trocas de marchas para rotações mais elevadas, proporcionando aceleração mais rápida, para um comportamento mais dinâmico do veículo.

Entre seus pontos positivos, estão suas dimensões compactas, o baixo peso e o perfeito escalonamento de marchas.

Chassi – Mais conforto e segurança

A Estratégia Modular MQB proporciona a aplicação de sistema de direção com assistência elétrica. Além do excelente conforto e precisão, uma de suas principais vantagens em relação aos sistemas de assistência hidráulica é só demandar energia quando necessário – ou seja, em curvas ou manobras, por exemplo. Isso representa uma redução no consumo de combustível de até 3% quando comparado com um sistema de direção com assistência hidráulica (convencional).

O sistema de assistência elétrica não utiliza fluido em seu funcionamento, o que é outra vantagem em relação à assistência hidráulica. Além de ser melhor para o meio ambiente, o usuário tem um item a menos com que se preocupar nas manutenções.

TC (M-ABS) – O controle de tração tem a função de reduzir o escorregamento das rodas durante a aceleração ou quando o veículo começa a destracionar, em curvas acentuadas, controlando eletronicamente o torque do motor.

O sistema de freios ABS é um dos mais modernos disponíveis e é composto por outros recursos de segurança, como o EBD (distribuição eletrônica das forças de frenagem) e ESS (Emergency Stop Signal ou Sinal de Frenagem de Emergência).

O sistema EBD distribui eletronicamente as forças de frenagem entre os eixos traseiro e dianteiro, garantindo a estabilidade e a segurança.

O ESS funciona como um alerta para evitar colisões traseiras. Caso o motorista pressione o pedal de freio de forma acentuada, mantendo uma frenagem mais consistente, o sistema aciona as luzes de frenagem de forma intermitente na frequência de 3Hz. Após essa frenagem, com o veículo estático, as luzes de freio param de piscar e o ESS aciona as luzes de pisca-alerta na frequência de 1,25Hz, indicando que o veículo está parado.

O sistema MSR (Motorschleppmomentregelung ou Controle do Efeito Freio Motor)evita o escorregamento das rodas em pisos de baixo atrito devido ao efeito do freio-motor. Esse sistema atua quando o motorista libera rapidamente o pedal do acelerador e nas reduções de marcha, aumentando o torque através do controle do acelerador eletrônico.

ESC – Controle eletrônico de estabilidade – O sistema reconhece um estágio inicial de que uma situação de rodagem crítica essa para acontecer. Compara os comandos do motorista com as reações do veículo a esse comando. Se necessário, o sistema reduz o torque do motor e freia uma ou várias rodas até atingir a condição de estabilidade.

HHC (Hill Hold Control) ou controle de assistência de partida em rampa – Em aclives acima de 5%, o sistema mantém o veículo freado por até 2 segundos, após o motorista aliviar o pedal do freio. Os freios são liberados progressivamente durante a aceleração, permitindo a partida do veículo com mais conforto e tranquilidade em rampas.

HBA (Hydraulic Brake Assist system) – reconhece a frenagem de emergência por meio da velocidade de acionamento e da pressão aplicada no pedal. O BAS aumenta ativamente a pressão de freio, que é então modulada pela intervenção do ABS. Quando o motorista reduz a pressão no pedal de freio ou ocorrer redução da velocidade do veículo abaixo de um limite mínimo, ocorre o fim da assistência de frenagem.

EDS (Elektronische Differenzialsperre ou Bloqueio eletrônico do diferencial) – Em trilhas ou em situação de baixa tração em uma das rodas motrizes, o bloqueio eletrônico do diferencial aciona o freio da roda com menor tração, transferindo o torque para a roda com maior tração, proporcionando assim melhor eficiência à saída do veículo. Esse sistema de “tração inteligente” funciona de forma automática, sem necessidade de o motorista acionar um botão no painel. Além disso, o sistema atua em curvas e em velocidade de até 80 km/h.

O sistema XDS+ (bloqueio eletrônico do diferencial) é uma função integrada ao controle eletrônico de estabilidade (ESC) para melhorar o comportamento dinâmico do carro. O XDS+ aumenta a agilidade e diminui a necessidade de movimentação do volante por meio de intervenções seletivas nos freios das rodas internas às curvas nos dois eixos. Além disso, o XDS+ funciona com quaisquer condições de aderência do piso. Isso resulta em uma dirigibilidade mais precisa.

BSW (Bremsscheibewischer – Limpeza Automática dos Discos de Freio) – O Novo Polo também conta com o inovador sistema BSW, que identifica situações de discos de freio molhados, em condições de chuva. O sistema de freios trabalha para aproximar as pastilhas dos discos de freio dianteiros, em frações de segundo e de forma imperceptível para o motorista, com o objetivo de secar os componentes e garantir o menor espaço de frenagem possível. O sistema atua acima de 70 km/h e com o limpador de para-brisa acionado. Essa tecnologia, até então apenas presente em carros de luxo, garante ao Novo Polo muito mais segurança e precisão nas frenagens.

Monitoramento da pressão dos pneus – O ESC inclui o Sistema de monitoramento de pressão dos pneus, que colabora para maior segurança. O recurso funciona por meio dos sensores de velocidade de roda do ABS e detecta quando a pressão dos pneus cai porque a velocidade daquela roda é alterada, passando a girar mais rapidamente em relação à velocidade do carro. O sistema verifica os pneus constantemente. Manter a pressão correta também ajuda os pneus a durarem mais e reduz o consumo de combustível.

Outro recurso é o GMA (Giermomentaufbauverzögerung ou Controle do Momento de Giro), que diminui a possibilidade de giro do veículo em piso com diferentes níveis de atrito. O sistema também proporciona diferentes forças de frenagem no momento da desaceleração até que a rotação das rodas seja equalizada.

Suspensões exigem calibrações específicas para a região na qual o veículo será produzido e comercializado. O Novo Polo terá configuração dianteira independente tipo McPherson e interdependente na traseira, com eixo de torção. Os pneus “verdes” colaboram para a redução de combustível.

 

*Fonte: Imprensa VW

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